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Haru
Ele tem um bom coração, porém é um pouco frio. Não confia facilmente nas pessoas e odeia mentiras. Gosta de basquete e outros esportes e pode ser bem competitivo. Haru é mais amável com as pessoas que próximas dele. Ele e Jun são melhores amigos desde o fundamental e são bem próximos.
Jun
Carismático, descolado e de bom humor. Jun adora ajudar os outros e é sempre muito curioso. Ele acaba se apegando muito fácil ás pessoas. Jun tem uma queda por Mona e sempre comenta sobre ela. Assim como Haru, adora basquete e ambos jogam juntos.
Hibiki
É uma garota muito simpática e tímida. Não gosta muito de multidões. Hibiki participa do clube de teatro da escola junto com Mona. Ela e Haru são amigos de infância, e ela aparenta gostar dele mais do que como um amigo.
Mona
Uma garota muito linda e popular, porém misteriosa. Mona é bem quieta e pode ser vista facilmente em seu canto lendo um livro. Ela no entanto participa do clube de teatro e acaba se destacando na maioria das vezes. Não se sabe muito sobre ela.
Aoi
Explosiva e de personalidade forte. Ela é difícil de lidar e pode acabar sendo rude na maioria das vezes. Aoi no fundo não é ruim. Ela e Hibiki são melhores amigas e Aoi sempre vai assisti-la no clube de teatro a dando todo o apoio. Ela não vai com a cara de Mona por alguma razão.
Yuki
Atencioso e de bom humor, Yuki está sempre tentando alegrar todos ao seu redor. Ele é amigo de Jun e Haru e na maioria das vezes está junto deles. Gosta de dar conselhos e dar apoio a quem está deprimido. É popular entre as garotas, mas ele queria mesmo era impressionar Aoi. É inseguro e sensível por trás do seu jeito otimista.
PARTE 1
No dia seguinte, Haru e Jun estão indo pra escola juntos. Enquanto conversam, Jun pergunta se Haru gosta de alguém. Haru não sabe responder a essa pergunta. Yuki se encontra com eles e diz que quer ajuda para uma coisa, mas Haru e Jun estão muito avoados e quase não notam ele ali. Hibiki e Mona estão no clube de teatro. Elas querem disputar um papel para uma peça que será exibida em um festival escolar. Hibiki não tem confiança nela mesma e isso a atrapalha. Mona finge se importar e diz pra elas darem seu melhor. Hibiki acha ela muito gentil. Aoi chega para assistir Hibiki atuar, mas no meio das falas, enquanto todos olhavam para ela, Hibiki fala tudo fora de ordem e acaba travando. O diretor da peça diz que ela é um fracasso. Mona entra no palco e consegue falar tudo corretamente. Hibiki está quase chorando, enquanto Aoi está se irritando cada vez mais com a situação. Mona joga indiretas dizendo que pessoas inseguras nunca vão pra frente. Hibiki sai correndo para chorar e Aoi vai atrás dela. Elas conversam no corredor e Hibiki desabafa o que sente, Aoi dá um tapa na cara dela e diz que ela não pode continuar assim, deixando Hibiki surpresa. As duas conversam e se encorajam. Enquanto isso, Jun e Haru estão lanchando juntos no refeitório. Yuki está na mesa escrevendo uma carta de amor para a pessoa que ele gosta. Ele termina e vai correndo entregá-la, mas acaba esbarrando em Mona. Ela pergunta o que é aquilo e Yuki diz que quer entregar para Aoi, mas é muito tímido. Mona se oferece para entregar a carta. Ao procurar Aoi, ela escuta a mesma dizendo sobre como Mona parece superficial. Mona que estava ouvindo tudo amassa a carta e diz para Yuki que Aoi jogou no lixo. Yuki se sente péssimo e começa a chorar sozinho. Mona está voltando pra casa. Yuki a segue para perguntar melhor sobre a situação, mas ele acaba presenciando uma cena estranha. Cada vez que ela se aproximava de pessoas, as mesmas caíam no chão. Ele ao ver aquilo fica assustado. Mona percebe ele ali. Ao conversarem, Yuki se sente desconfortável e Mona parecia diferente. Ela não dá explicações e joga ameaças. Mona diz que nem a garota que ele gosta, nem os amigos notam a presença dele. Ela diz que ele não serve pra nada e que devia se matar logo. Yuki começa a sentir algo estranho, e assim como as outras pessoas, ele cai e se sente fraco, um lixo. Yuki tenta ligar pra Haru, mas o mesmo está vendo estrelas com Jun e não percebe o celular tocando. No dia seguinte, Haru nota que há uma mensagem perdida. Ele tenta conversar com Yuki e se desculpar, Yuki não diz nada. Haru pergunta o que está acontecendo e Yuki pergunta como Haru se sentiria se a pessoa que ele ama o rejeitasse da pior maneira. Haru não sabe responder, ele chega a pensar sobre Jun, mas não entende seus sentimentos. Yuki conta o que Mona lhe disse, Haru fica surpreso e diz que fará alguma coisa. Mona estava ouvindo tudo e tira uma foto dos dois. Depois de alguns minutos, Haru procura por Jun, ao pensar novamente na pergunta "Você gosta de alguém?", ele nota que seus sentimentos sobre Jun são mais intensos do que aparentam. Quando ele encontra Jun para conversar, Mona se declara para ele. Jun aceita e fica muito feliz. Haru fica em choque e totalmente abalado. Hibiki diz que precisa falar com Haru e Jun percebe ele ali. Hibiki acaba se declarando pra ele após ser encorajada por Aoi. Haru ao sentir toda aquela pressão, acaba aceitando. Hibiki fica aliviada e o abraça. Jun não diz nada. No fim da tarde, os cinco notam que há várias pessoas reunidas ao redor do telhado. Haru vê Yuki lá em cima prestes a pular, ele rapidamente corre para tentar conversar com ele. Jun, Hibiki e Aoi ficam em estado de choque, Mona está indiferente. Aoi tinha um pequeno interesse nele e ver isso estava cortando seu coração. Ela segue Haru, mas no momento que ela chega no telhado, Yuki se joga. Mona mostra para todos a foto de Haru e Yuki, que a princípio dava a entender que Haru estava o intimidando. Haru é julgado por todos que dizem que ele incentivou o próprio amigo a se matar. Hibiki e Aoi não acreditam em nada disso, mas Mona influencia Jun a ficar contra Haru.
PARTE 2
PARTE 3
Haru está voltando pra casa após toda a confusão e confissão de seus sentimentos por Jun. As lágrimas não param de cair, ele senta em uma calçada e continua a chorar. Haru se pergunta por que tudo está desmoronando repentinamente. Seu amigo comete suicídio, ele acaba ferindo os sentimentos de uma amiga importante, e logo após, ele descobre que está apaixonado pelo seu melhor amigo, no qual tinha uma namorada. A mais manipuladora, assustadora e sádica namorada possível. Haru sussurra para si mesmo que não sabe mais o que fazer. Ao se levantar para voltar pra casa, Haru recebe uma ligação e tem a esperança de ser Jun, mas se depara com o número de Aoi. Ela pergunta se Haru contou a verdade para Hibiki, e ele explica todos os detalhes. Aoi diz que Hibiki está agindo estranho e que está preocupada com ela, Haru se desespera e diz que Mona pode estar por trás disso. Aoi questiona sobre isso, Haru afirma que Mona não é apenas uma garota normal e que está envolvida no que aconteceu com Yuki. Aoi fica sem palavras e tentando raciocinar tudo, Haru pede para que ela confie em suas palavras e promete que irá explicar com mais detalhes pessoalmente. Aoi fala que está próxima a loja de conveniência e que vai esperar por ele lá, desligando a ligação. Haru começa a correr até lá no mesmo momento, sem notar que está sendo seguido por alguém. Jun está em seu quarto, encarando o teto. Ele pensa consigo mesmo que sempre achou que ele e Haru eram amigos, mas por algum motivo, sua mente está uma confusão. Jun começa a se questionar o que realmente é gostar de alguém. Ele achava que gostava de Mona de verdade, mas começa a notar o quanto aquilo era superficial. Jun tem uma memória de quando ele e Haru começaram uma amizade. Jun era novato no clube de basquete, e começou a se interessar pelo esporte por achar uma atividade maneira. Ele vê Haru treinando na quadra sozinho e acha aquilo incrível, elogiando suas habilidades. Haru ao notar ele ali, vira as costas para ir embora. Jun nota que ele é tímido e aponta que ele não é de falar muito com o resto do clube. Haru diz que ele normalmente é mais fechado. Jun provoca e diz que ele age de maneira fofa. Haru fica vermelho no mesmo instante e joga a bola de basquete na cara de Jun. Eles discutem em tom de brincadeira e Jun confessa que ele é interessante. Os dois sentam na quadra e começam a conversar. Haru conta que sempre gostou de basquete, mas sente que não é muito bom nisso. Jun diz que isso não é verdade, pois o viu jogando naquele momento. Haru afirma que talvez o lugar dele não seja ali, e considera em desistir do esporte. Jun o tranquiliza e diz que é um verdadeiro tapado as vezes, mas mesmo assim, faz as coisas porque se diverte. Haru acha aquilo engraçado, mas fica reflexivo com as palavras dele. Jun sugere de eles treinarem juntos e ambos causam uma bagunça na quadra, fazendo um professor os repreender. Jun nunca entendeu porque Haru nunca notava o quanto era incrível. Ao perceber o que está pensando, ele entra em choque e sente seu coração disparar. Haru encontra Aoi que está com dois sorvetes na mão, mas diz que vai comer os dois. Eles começam a caminhar enquanto conversam, Haru começa a contar tudo que sabe sobre Mona e a morte de Yuki. Aoi não acredita no que está ouvindo e derruba o sorvete no chão. Ela explode de raiva e diz que vai quebrar a cara de Mona. Haru diz que é muito perigoso, pois ela tem habilidades sobrenaturais. Ele conta sobre o ocorrido na quadra quando Mona fingiu que Haru estava tentando abusá-la, e as lágrimas começam a cair novamente. Haru diz que contou pra Jun que gostava dele, fazendo Aoi tombar. Porém, ele acredita que Jun o odeia depois daquilo. Aoi dá outro tapa na cara dele e afirma que ele não pode desistir assim. Ela diz que não podem deixar Mona sair ilesa após tudo isso e precisam dar um jeito nela antes que mais alguém acabe igual o Yuki. Eles continuam conversando e Haru se encoraja a lutar contra ela. Aoi garante que irá fazer ela sofrer por tudo que fez com Yuki. Mona que está observando Haru a todo momento, ouve a conversa e garante que não vai deixar eles conseguirem o que querem.
Hibiki e Aoi estão indo para a escola juntas. Hibiki ainda está sentindo uma energia negativa a consumir por dentro, e continua tentando lutar contra ela. Aoi nota que Mona pode realmente ter feito algo com ela, e começa a falar coisas positivas para Hibiki. Hibiki agradece, e diz que não pode se deixar cair, pois a peça é naquele dia. Aoi pensa em contar tudo pra Hibiki, mas tem medo de deixar ela ainda mais afetada. Haru aparece e tenta dizer oi pra ela, mas Hibiki começa a sentir pontadas no coração só de vê-lo. Ela tenta parecer simpática, mas Haru sabe que ela ainda está afetada e se sente culpado. Mona passa entre eles e dá bom dia em tom provocador. Aoi parte pra cima dela na frente da escola toda, Mona faz cena e gritando por ajuda. Os estudantes separam Aoi dela e Mona finge chorar. Todos dizem que aquele é o grupo dos fracassados e sem caráter, apontando pra Haru, Aoi e Hibiki. Hibiki se sente ainda pior. Os três saem dali, e Haru esbarra em Jun acidentalmente. Haru ao notar que é ele, se segura para não chorar. Jun tenta falar algo, mas Haru sai correndo. Jun vai até o clube de basquete, totalmente abalado. A peça do clube de teatro iria acontecer a alguns minutos, e apresentaria um tema de luto para os casos de suicídios que estavam ocorrendo. Haru e Aoi estão juntos na plateia. Haru está preocupado com Hibiki. Nos bastidores, Mona continua desprezando Hibiki e dizendo que ela dá pena só de olhar. A peça começa, Mona faz o papel de uma garota determinada que tenta ajudar sua amiga a sair da depressão. Hibiki faz um papel da amiga que está passando por momentos depressivos, a peça terminaria com ela se matando. Hibiki ao chegar na parte em que ela se mata, pega a faca e continua ouvindo vozes de Mona em sua cabeça, a encorajando a se matar de verdade. Hibiki quase faz isso, mas vê os olhares de Haru e Aoi na plateia. Hibiki se lembra dos momentos felizes que teve com cada um deles e das palavras de Haru, dizendo que ela ainda era importante pra ele. Hibiki sente uma força estranha a protegendo, uma força totalmente doce. Ela solta a faca e sai completamente do seu papel na peça, criando sua própria personagem. Hibiki afirma que mostrar uma cena de morte não é uma boa maneira de conscientização para o que está acontecendo e dá um discurso motivador. Mona se choca por Hibiki ter conseguido manter sua alma forte. Todos estão surpresos e começam a aplaudir. Hibiki se sente feliz, Aoi sobe no palco para abraçá-la. Haru também a abraça e diz que está impressionado com o discurso dela. Mona está odiando ver a atenção voltada para Hibiki. Hibiki diz que precisa conversar com Aoi e Haru em particular. Eles conversam nos corredores e Hibiki conta tudo que Mona disse pra ela e a sensação de ter ela entrando em sua mente. Haru conta que sabia alguns detalhes vindo de Yuki, mas não sabia que era tão intenso assim. Hibiki aponta que os inúmeros casos de suicídio podem estar vindo disso. Os três se unem para pensar em um plano contra Mona. Hibiki sugere de provarem a inocência de Haru através das câmeras de segurança da escola, para mostrar para todos que Haru nunca agrediu e nem fez nada ruim contra Yuki. Aoi aprova o plano e diz que o primeiro passo é fazer todos ficarem contra Mona. Hibiki sugere que Haru tente descobrir mais sobre Mona e as fraquezas dela, enquanto as duas vão atrás das gravações. Haru aprova. Haru está voltando pra casa enquanto fala com Hibiki e Aoi pelo celular. As ruas estão totalmente escuras e alguns postes com luz falhando. Haru é surpreendido por dois agressores duas vezes maiores que ele e derruba o celular. Mona aparece atrás dos dois e diz que se ele não vai sumir do caminho dela, ela terá que obrigá-lo de outra maneira. Haru tenta a rebater e Mona debocha, mostrando mais sobre quem realmente é. Ela diz que pagou para os dois fazerem um bom serviço, e espera não ser decepcionada. Os agressores afirmam que farão um bom trabalho e Mona vira as costas enquanto sorri sadicamente. Eles quebram o celular de Haru e bem quando vão partir pra cima dele, alguém se coloca na frente. Jun dá um soco na cara de um deles e parte pra briga com os dois. Haru está totalmente surpreso e sem palavras. Jun acaba se machucando e pegando Haru pelo braço para correrem dali. Haru pergunta como ele o encontrou e Jun diz que já sacou tudo sobre Mona e que a seguiu durante o caminho inteiro. Haru derrama lágrimas ao ver Jun todo machucado após salvá-lo e se desculpa. Jun repentinamente o abraça e afirma que estava com medo de perdê-lo.
Hibiki leva Aoi até o túmulo de Yuki antes do horário da escola. Aoi questiona porque Hibiki a trouxe ali, Hibiki diz para elas fazerem uma oração e dizerem tudo que estão sentindo para Yuki. Aoi diz que isso não vai mudar as coisas. Hibiki aponta que isso pode chegar até ele, basta acreditar que é possível. Aoi pergunta porque Hibiki está trazendo á tona o caso de Yuki agora, Hibiki diz que não quer mais ver ela triste, e que está tentando ajudar ela a passar por isso. Aoi vira as costas e diz que vai para a aula. Hibiki fica ali e começa a fazer uma oração perto do túmulo, pedindo para que Yuki saiba que ele faz muita falta ali. Mona continua a observando em silêncio. Hibiki nota uma presença ali, mas ao se virar, não encontra nada. Hibiki fica com um pressentimento ruim. Os horários de aula se passam, mas Mona não veio para a escola naquele dia. Haru começa a achar isso estranho e fica inquieto. Hibiki se reúne com Haru e Jun, falando que eles precisam agir nessa noite, pois ela e Aoi já montaram o plano. Haru pergunta se os sentimentos negativos retornaram, Hibiki afirma que conseguiu tirar as vozes de Mona da sua cabeça completamente. Haru fica aliviado e Hibiki diz que vai garantir que esses rumores sobre ele desapareçam. Haru a abraça e diz que ela é uma garota incrível. Jun fica com um pouco de ciúmes, mas tenta disfarçar. Após Haru se distanciar, Hibiki fala para Jun cuidar de Haru, por ela. Jun se surpreende ao ouvir isso e pergunta do que ela está falando. Hibiki o encoraja a admitir seus sentimentos antes que seja tarde. Jun começa a pensar sobre isso. Mais tarde, Jun encontra Haru e pede para que ele vá até o clube de basquete com ele. Haru fica inseguro, mas vai. Os membros que Jun discutiu perguntam como ele continua indo ali após ficar do lado de um traidor. Jun avisa que só não bate neles porque veio pedir algo. Jun diz que não faz questão de ficar ali, mas Haru adora basquete e ele prometeu que no próximo campeonato, eles iriam ser os melhores. Jun pede para que deixem Haru voltar para o clube, pois ele lutou muito para não desistir. Haru fica em choque ao ouvir isso. Os membros chegam a um acordo, e dizem que eles irão fazer uma disputa no próximo dia. Se Haru perder, ele nunca mais poderá voltar ali. Jun concorda e diz que é melhor eles não o subestimarem. Haru olha para Jun e pergunta porquê ele fez isso, Jun diz que no campeonato anterior, após perderem, ele disse que ainda iriam dar um show na próxima. Jun afirma querer fazer isso com ele. Haru está surpreso, mas pensa consigo mesmo que não quer se iludir. Hibiki continua investigando e pesquisa o nome de Mona na internet. Ela acha estranho, porque não se encontra dados dela em nenhuma aba de pesquisa. Hibiki começa a pensar que isso está cada vez mais difícil de encaixar e procura por Aoi. Aoi está sozinha na sala de aula, pensativa. Ela lembra das palavras de Hibiki e se arrepende de ter deixado ela sozinha ali. Mona aparece atrás dela e Aoi pergunta irritada o que ela está fazendo. Mona diz que elas precisam tratar de negócios e fecha a porta. Mona debocha sobre a situação de Yuki, fazendo Aoi cerrar os punhos. Mas antes que Aoi faça alguma coisa, Mona joga toda a verdade sobre a carta que Yuki queria entregar pra ela, a carta que ela "jogou no lixo". Aoi arregala os olhos. Mona conta detalhadamente sobre o que Yuki colocou na carta e como ele se sentiu despedaçado ao saber da "rejeição". Aoi fica em estado de choque e quando nota, as lágrimas que ela segurou por todo esse tempo começam a cair. Flashback: Aoi vê Yuki em cima do telhado e arregala os olhos, ela planejava conversar com ele naquele dia. Aoi corre até o telhado para tentar impedir, mas quando ela consegue alcançar, Yuki se joga. As palavras da carta ecoam enquanto Aoi tem essa memória. Mona afirma que foi julgada, humilhada e espancada por vários anos após rumores sobre ela ser uma "bruxa" terem sido espalhados. Mona diz que não tem sentimento de pena algum pelos casos de morte, pois é esse o destino que todos merecem. Ela diz que Aoi sempre a irritou e naquele dia, se ela não estivesse metendo o nome dela em coisas ruins, ela não teria amassado a carta e nada daquilo teria acontecido. Mona continua apontando que a culpa é toda dela. Aoi pensa em rebater, mas está tão em choque que não está conseguindo nem pensar direito. Mona fala que já desistiu de ter uma vida normal a essa altura, e que se o mundo continua a rejeitando, ela vai rejeitá-lo. Ela se aproxima enquanto Aoi está vulnerável e a empurra da janela.
PARTE 5
Um laboratório estranho. Crianças capturadas, sendo testadas e usadas para experimentos incomuns. O mais curioso é o que eles planejavam criar, algo que era impossível até então para um humano normal: Magia. Uma garota está inconsciente, enquanto está presa em um vidro com substâncias desconhecidas. Vários tipos de droga são injetadas nela, e em específico, uma droga criada especialmente com um resquício de magia. Isso foi encontrado e mantido secretamente até então, e nem mesmo os responsáveis por esse projeto sabiam dizer como surgiu. Com pequenas partículas, o mais seguro seria testar em corpos pequenos e fáceis de manipular. O que eles planejavam fazer criando uma magia artificial? Isso ainda é um mistério. Enquanto a garota é analisada, os homens na sala notam que o resultado foi diferente do esperado. Embora fosse algo comum os resultados serem imperfeitos de início, essa nova fórmula parecia como um bug. Eles logo declaram que o experimento foi um fracasso e aquele tinha sido um erro de fábrica. Antes que prendessem aquela garota em uma sala de monitoramento, o laboratório é cercado por uma explosão. Um resgate havia chegado, e todos os responsáveis por aquele incidente começam a fugir, incluindo o líder deles. Um policial tira a garota daquele lugar, ela começa a chorar dizendo que quer ir para casa. Ele a tranquiliza e diz que tudo ficará bem agora. A maioria das crianças ali foram salvas com vida e levadas para casa. Mas o que eles não sabiam é que elas já não eram mais crianças comuns.
Mona chega em casa depois de ir para a escola. Seus pais são muito receptivos e perguntam como foi o dia, não recebendo uma resposta positiva. Mona faz uma expressão triste e conta que não conseguiu fazer amigos, dizendo que todos inventam rumores estranhos sobre ela e se distanciam. Mona implora que não quer mais voltar pra escola, pois odeia aquele lugar. Sua mãe tenta a tranquilizar, dizendo que ela não deve ligar para o que os outros pensam. Eles mudam de assunto e Mona continua insistindo, fazendo sua mãe se irritar e disparar que Mona já os deu trabalho o bastante, desde que desapareceu e foi encontrada naquele laboratório estranho. Sua mãe diz que está difícil lidar com a situação e não sabe mais o que fazer com ela. Mona fica em choque com essas palavras e começa a chorar. Ela em um ataque de raiva diz que sua mãe deveria morrer, sem ter noção do peso dessa frase. Inconscientemente, os seus poderes quebrados começam a surgir e sua mãe é atingida, sentindo essas palavras ecoarem no mais fundo da sua mente. A mãe de Mona começa a perder os sentidos e se sentir cada vez mais fraca. Seu pai nota que algo está errado e pergunta o que aconteceu. Mona se assusta com a situação, pois sentiu que ela causou isso. Mona corre para o seu quarto e se tranca ali. Ela se lembra de algumas palavras que ouviu durante o tempo em que esteve capturada, especialmente "erro de fábrica". Mona sempre teve noção de que não era normal, mas seus poderes eram algo difícil de se explicar.
Sentimentos negativos. Isso começou desde esse acontecimento. Mesmo que por acidente, pessoas que acabavam ficando perto de Mona eram atingidas. Por algum motivo, isso acontecia principalmente quando ela se irritava. Qualquer palavra que ela poderia dizer ou pensar, poderia ter uma carga emocional para a pessoa que a recebia. Apesar de ser uma habilidade quebrada, ela passou a ter mais controle com o tempo. Os sentimentos negativos que Mona sentia, eram transmitidos para outras pessoas que tivessem qualquer vulnerabilidade. Um poder que só funcionava para intenções ruins, que agia como uma depressão instantânea. Os dias se passaram, e a mãe de Mona não parecia estar melhorando. A culpa pelo que aconteceu com a filha ainda a consumia, e ela não conseguia vencer aquela onda de sentimentos negativos. Então, como já era de se esperar, ela não aguentou por muito tempo. Mona estava retornando da escola, após mais um dia horrível de bullying. Seu pai estava fora naquele momento. Ela pensa que sua mãe não está em casa também, pois não recebe resposta quando a chama. Mona percebe que a porta do quarto de sua mãe está um pouco aberta, e ao abrir a porta, ela vê sua própria mãe enforcada. Mas por algum motivo, ela não se sentiu triste.
Aoi foi encontrada inconsciente após ser empurrada da janela do segundo andar. Haru, Jun e Hibiki estão esperando no hospital, enquanto os médicos tentam acalmar o pai de Aoi que está desesperado com a situação da filha. O médico explica que ela bateu as costas em uma pedra quando caiu, o que a impediu de ter batido a cabeça com um grande impacto. Os três escutam toda a conversa. Haru está triste com a situação, Jun está quieto em um canto com raiva e Hibiki está chorando. Hibiki está procurando por Aoi nos corredores, quando esbarra em Mona que estava saindo da sala de aula. Elas se encaram, Hibiki aponta que Mona não apareceu na aula e questiona o que ela está fazendo ali. Mona não responde a pergunta e diz para Hibiki não tentar dar uma de esperta, porque uma burra como ela não pode fazer nada. Hibiki escuta alguns gritos vindo do pátio, e nota que não há ninguém ali em cima. Mona sorri e diz que ela deveria dar uma olhada também, pois é algo que ela vai amar. Hibiki fica com um mal pressentimento e sai correndo para ver o que está acontecendo. Mona desfaz o sorriso e encara aqueles corredores silenciosos com uma expressão vazia. Hibiki cerra os punhos ao lembrar disso. Ela pede para ver a amiga, mas os médicos a barram, dizendo que Aoi não pode receber visitas no momento. Hibiki diz que entende e volta para conversar com Haru e Jun. Haru quase começa a chorar, mas segura as lágrimas. Ele diz que está cansado de ver seus amigos sofrendo e afirma que a justiça por eles será feita. Hibiki limpa as lágrimas e diz que não vai mais ficar parada. Se é guerra que Mona quer, é o que ela vai ter. Haru se impressiona com a atitude dela. Jun está irritado com toda a situação e afirma estar de acordo. Os três saem do hospital. Haru e Jun acompanham Hibiki até a casa dela, e ela parece mais séria que o normal. Hibiki se despede deles e entra em sua casa, Jun diz que vai acompanhar Haru até a casa dele também. Haru aponta que Jun deveria pensar nele mesmo além dos outros. Jun diz que o que acontecer com ele não importa a essa altura, e Haru nota que ele parece alterado. Haru tenta o acalmar e diz para eles se manterem otimistas, pois pensamentos positivos os deixam mais protegidos. Jun dispara que o maior motivo de estar tão puto, é porque ele já se interessou por Mona anteriormente, e se sente um idiota a cada minuto em que pensa sobre isso. Haru diz que não tinha como Jun saber que Mona era uma má pessoa, pois ninguém sabia a princípio. Jun afirma que isso ainda sim o irrita, porque não consegue entender como acreditava que ela era o amor de sua vida. Jun diz que o arrependimento continua o assombrando. Haru o abraça e afirma que está tudo bem agora, dizendo coisas gentis. Os dois ficam alguns minutos ali, enquanto Jun se acalma aos poucos. Haru diz que assim como Jun ficou ao seu lado, ele fará o mesmo. Jun fica sem jeito e agradece. Haru afirma que será mais forte dali em diante, e deixará Aoi orgulhosa. Jun olha pra ele e seu coração começa a disparar. Jun diz que sua mãe vai voltar cedo do trabalho hoje, e que ela prometeu que passaria um tempo com ele. Ele pergunta se Haru quer ir passar um tempo com eles. Haru fica surpreso e sente seu rosto ficar vermelho, pois nunca foi até a casa dele antes. Jun diz que ele não precisa ir se não quiser, mas Haru aceita o convite. Hibiki está em seu quarto. Ela se olha no espelho e começa a pensar sobre a garota insegura que era. Hibiki diz pra si mesma que não vai mais ser fraca como era antes, pois agora Aoi não está mais ali para protegê-la. Hibiki pede desculpas caso tenha uma atitude má, mas promete que é por uma boa causa. Ao chegar em casa, Jun nota que sua mãe não chegou ainda. Haru o tranquiliza e diz que ela provavelmente já está voltando. Jun tenta se manter otimista e concorda. Os dois conversam, Haru diz estar preocupado com Aoi e o que Mona pretende. Jun diz que eles irão acabar com ela assim que tiverem chance. Após alguns minutos, Jun recebe uma ligação de sua mãe, dizendo que precisou ficar mais tempo no trabalho e só estará de volta pela manhã. Jun desfaz o sorriso e diz que ela havia prometido isso a ele. Ela se desculpa e diz que irá compensar da próxima vez. Jun afirma que entende e desliga. Haru percebe que ele está triste com a situação e tenta o animar, Jun fala que já esperava que seria assim. Haru diz que Jun pode desabafar seus problemas com ele também. Jun fala sobre os problemas com a sua mãe e como ela nunca teve tempo pra ele, fazendo ele se sentir sozinho. Haru tenta dizer coisas positivas a ele, e afirma que nunca o deixará sozinho. Jun fica surpreso e acaba não conseguindo conter suas emoções, e repentinamente o beija. Haru fica em choque e arregala os olhos. Antes que acontecesse algo mais, Haru o afasta com lágrimas nos olhos. Jun pergunta se fez algo errado, Haru diz que não entende mais o que está acontecendo e não sabe o que deveria pensar. Jun fica sem saber o que dizer, Haru se desculpa e afirma que é melhor ele ir pra casa. Porém, ao retornar, Haru se desespera ao ver sua mãe caída no chão. Mona aparece por trás dele e o imobiliza. Ela diz que estava esperando o favorito dela chegar, e afirma pra ele não surtar, pois sua mãe está apenas inconsciente. Haru tenta se debater, mas Mona o acerta. Ele é sequestrado e levado pra outro lugar.
ERROR - See you soon! ;)
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